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quinta-feira, 3 de março de 2011

Vida Surfistinha

Eu gozei na vida
Derramei meu leite quente na cara dela
Enfie os meus dedos grossos em todos os seus orifícios, todos.
Penetrei com minha língua por entre as suas nádegas
A fiz suar-se toda
Deixe-a exausta
Repeti várias vezes o mesmo movimento até vê-la sonsa de tanto prazer
Mudei de posição.
Penetrei o meu pau em suas miudezas e a fiz gemer de arrependimento

Eu transei com a vida, engravidei a vida
Eu estuprei a vida com o meu pau de boa satisfação

E agora a vida me respeita
Gosta de mim e me chupa todos os dias
A vida morre de tesão por mim
A vida vai ter um filho meu.
A vida vai ter um filho meu.
A vida vai ter um filho meu.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Ele acabou por dormir na praia, os pés ainda sujos de areia e os olhos ainda ardiam por conta do sal
Levantou-se assustado. Com as mãos na cabeça ele se esforçava para tentar lembrar o que havia acontecido na noite passada
Definitivamente não sabia o que fazer e decidiu continuar não fazendo nada
Fingir que aquilo tudo era uma leve brincadeira e que logo logo ele estaria em casa.
Mas era mentira, ele sentia.
Voltar pra casa era o que de pior aconteceria naquele momento, mas ele sorriu mesmo assim.
Mas agora que as esperanças se acabaram para onde eu vou?
Não as minhas, digo das tuas esperanças que se perderam nessa nossa luta.
Se você não vem, pra onde eu vou?
Eu bem que poderia continuar sozinho, fingir que suportaria sua ausência e tentar um novo amor na esquina de baixo no bar da Tia Marina
Ou talvez eu desista também e as minhas esperanças se acabem feito as tuas
Porque sozinho eu não consigo mais.